Archive for the ‘Colaboradores’ Category

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Perspectivas

O grafitti nacional atingiu proporções nunca antes imaginadas. Muitos artistas conquistando espaço lá fora, sendo respeitados e reconhecidos pela sua arte, e, o que antes era uma manifestação marginal, hoje ganha as galerias e redescobre um mundo novo, dentro das tantas possibilidades de mídias e suportes onde se pode usar essa linguagem. ... Full story

Cego de raiva

Um passageiro embarcou atucanado em meu táxi. Não me cumprimentou, sequer olhou para a minha cara, apenas apontou para frente e ordenou:- Toca, toca!Percebendo que o cara não estava para brincadeira, obedeci e toquei em frente. Não tive coragem nem de lhe pedir que colocasse o cinto. Deixa quieto.Era um cidadão de uns 50 anos, se tanto. Barrigudo, barba ... Full story

A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATE – Capitulo 3 – A primeira noite do resto de nossos dias – Parte VI

The Little Sisters. Uma era (minha) irmã e a outra praticamente. Amigas inseparáveis. Ambas menores de idade. Uns quinze cada, creio. A Flavinha e a Virgínia. Típico exemplo do nosso grau de irresponsabilidade, não bastasse os menores que iriam freqüentar o bar. Criaram lindos objetos que iriam marcar a decoração do Garagem em várias épocas: os peixinhos de tecido que ficavam na ... Full story

A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATE – Capitulo 3 – A primeira noite do resto de nossos dias – Parte V

Era uma noite quente de primavera. Dentro do casarão, a única fonte de luz era uma lâmpada ligada a um rabicho que levamos pro lado do palco. O ambiente era caótico, tábuas e tijolos, serrote, fios, pregos e martelo, os indícios da obra espalhados pelo chão. Encontrei, pela metade, uma garrafa plástica de cachaça do Popeye e servi um pouco num copinho ... Full story

Não da pra deixar passar essa.

Essa nem a zaga do Corinthians deixa passar. Depois de tanto se obrigar a ouvir os gritos frenéticos, e as bobagens do locutor e palpiteiro Amigão Dosque Tão Bueno, a torcida deu o troco.Ainda existem pequenas oportunidades de se consolidar um ato democrático nesse país. O Raul Seixas já dizia "... Full story

A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATE – Capítulo 3 – A primeira noite do resto de nossos dias – Parte IV

Apenas uma semana pra inauguração e o bar ainda estava uma bagunça, cheio de detalhes pra resolver. Faltando a instalação do som e da luz, sem a decoração “entre aspas”. Só o piso novo, o palco e o balcão prontos – o que já era um começo. O freezer também já tinha chegado, mas não tinha sido ligado porque faltavam alguns “retoques” ... Full story

Num beco sem saída

Em meio à correria da torcida saindo do estádio, meu táxi foi "invadido" por dois sujeitos suarentos. Apesar de surgirem do meio da torcida, eles não pareciam ter estado no jogo. Minha suspeita logo se confirmou: era um assalto.Nos confins da Vila Nova, na Capital, eles mandaram que eu entrasse em uma ruela sem saída. Parei no fundo de um beco ... Full story

A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATE – Capitulo 3 – A primeira noite do resto de nossos dias – Parte III

Todas essas coisas foram ou não foram feitas somente após o trabalho do pedreiro. Pra colocar o piso novo, Popeye teve que remover primeiro todo o madeirame antigo, deixando a casa por dois ou três dias com as vigas à mostra. Olha só essas vigas. Dizia o Popeye sentado numa delas, com as pernas balançando pros lados a poucos centímetros do ... Full story

A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATE – Capitulo 3 – A primeira noite do resto de nossos dias – Parte II

Na hora de comprar os equipamentos, optamos por várias coisas de segunda mão, como uns ventiladores que deram uma porção de problemas até serem jogados no lixo algum tempo depois. O receiver também era usado, mas essa foi uma compra auspiciosa, escapou a dois arrombamentos e não sei quantos blecautes, mantendo-se firme e potente (exceção de uns dois consertos e meia ... Full story

A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATE – Capitulo 3 – A primeira noite do resto de nossos dias – Parte I

Não havia tempo a perder. As reformas começaram assim que pegamos as chaves da casa. Logo no início da obra, constatamos que as condições do imóvel eram piores do que supúnhamos, mas (o pior do) pior era que não haveria dinheiro pra arrumar tudo. O Ricardo tinha conseguido um semi-acordo na empresa de óleo de soja, o Marcos dispunha ... Full story
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